terça-feira, 1 de agosto de 2017

(0)POSTE-ZERO DE AGOSTO/2017! (arquivo taroucando)

«PEDROGÃO GRANDE NÃO PODE CAIR NO ESQUECIMENTO DOS PORTUGUESES (ponto)»



Caros Bloguistas!


A pedido de vários "chefes de família" criamos esta rubrica, pra enviarmos os textos trazidos de outros Blogues, Facebook, Jornais, etc, a fim de "arejar" a rubrica dos Diversos!

No fundo vai servir como uma espécie de "arquivo público"!

Aqui os textos "encontrados" nos outros órgãos de CS, serão colocados tal e qual como foram publicado na fonte. Mas depois podem ser transformados em post e, neste caso, poderão sofrer pequenos ajustes, tais como cortes! (de acordo com as regras)

Aquele Abraço!
ProfAnónima

NB:ESTE POST SAI, OUTRA VEZ, DIFERENTE POIS QUEREMOS MOSTRAR QUE CONTINUAMOS A PENSAR NA TRAGÉDIA DE PEDROGÃO GRANDE!

8 comentários:

  1. ESCLARECIMENTO:

    Voltamos a lembrar que os textos só serão aqui publicados uns dias após saírem na fonte. Por norma, respeitamos o mínimo de 1 dia no caso de jornais diários e 3 dias no caso dos blogues. Estes prazos só não serão respeitados em caso de informações úteis e urgentes.

    ProfAnónima

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  2. ESPAÇO PRA COLOCARMOS UM TEXTO QUE NOS FAÇA UM PONTO DE SITUAÇÃO, AO FIM DE MÊS E MEIO APÓS A TRAGÉDIA DE PEDROGÃO GRANDE:

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  3. ESPAÇO PRA COLOCARMOS UM TEXTO RELATIVO À NOVA LEI SOBRE "ASSÉDIO NO LOCAL DE TRABALHO":

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  4. ESPAÇO PRA COLOCARMOS OS RESUMOS OFICIAIS DA APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS:

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  5. TRAZIDO DO JORNAL OBSERVADOR-14/8/2017

    AUTÁRQUICAS/17: O DESFECHO DO CASO DE OEIRAS!

    «ESPECIAIS
    AUTÁRQUICAS 2017
    Tribunal aceita candidatura de Isaltino em Oeiras
    HÁ 2 HORAS
    18
    O tribunal de Oeiras readmitiu a candidatura independente de Isaltino Morais à autarquia. A candidatura tinha sido rejeitada pelo juiz Nuno Tomás Cardoso, afilhado de casamento de Paulo Vistas.

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    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    Autor


    Observador
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    Mais sobre

    AUTÁRQUICAS 2017
    ELEIÇÕES
    POLÍTICA
    O tribunal de Oeiras aceitou esta segunda-feira a candidatura independente de Isaltino Morais à câmara municipal de Oeiras, informou o Grupo de Cidadãos Eleitores “Isaltino – Inovar Oeiras de Volta” em comunicado, acrescentando que “esta decisão vem repor a normalidade no processo eleitoral”.

    Propomos aos oeirenses o lançamento de um novo ciclo de desenvolvimento, alicerçado no exercício pleno da cidadania, que devolverá a Oeiras a voz que perdeu e a ideia e o objetivo de ser permanentemente uma referência nacional e europeia”, pode ler-se.
    O juiz Nuno Tomás Cardoso tinha rejeitado a candidatura de Isaltino Morais no passado dia 8 de agosto. A justificação do tribunal estaria relacionada com a validação de assinaturas e identificação da lista de candidatos, que não teria respeitado os requisitos legais para a recolha de assinaturas.

    A candidatura de Sónia Gonçalves, que tinha sido rejeitada pelo mesmo juiz, também foi aceite.

    No mesmo dia, Isaltino Morais sugeriu, numa conferência de imprensa, que essa decisão foi tomada contra si porque “Paulo Vistas é padrinho de casamento do juiz “, acrescentando: “Não queremos crer que a rejeição tenha a ver com relações familiares e afetivas.” Na mesma conferência, Isaltino Morais assegurou ter respeitado “escrupulosamente a lei ao mais ínfimo pormenor”.



    O Conselho Superior da Magistratura (CSM) abriu um inquérito às suspeitas lançadas por Isaltino Morais sobre “alegada relação de proximidade entre o juiz” para apurar a situação. Ao Observador, o CSM disse que “nada tem a acrescentar” relativamente ao inquérito instaurado “dada a natureza confidencial do processo”.



    AUTÁRQUICAS 2017
    O seu presidente de câmara fez alguma promessa que não cumpriu? Preencha o formulário para os jornalistas do Observador investigarem.»

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  6. TRAZIDO DO JORNAL OBSERVADOR-16/8/2017

    PROTECÇÃO CIVIL ALERTA: VEM AÍ TEMPO QUENTE E SECO!

    «ESPECIAIS
    INCÊNDIOS
    Clima aumenta risco de incêndios a partir de quinta-feira
    16/8/2017, 13:28
    5
    Comandante nacional da Proteção Civil diz que ano de 2017 é o terceiro mais severo dos últimos 15 anos. Incêndios aumentaram 72% face à semana anterior e provocaram 74 feridos, incluindo seis graves.

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    LUSA

    Autor


    Rui Pedro Antunes
    RuiPAnt
    Email
    Mais sobre

    INCÊNDIOS
    PROTEÇÃO CIVIL
    ACIDENTES E DESASTRES
    SOCIEDADE
    PAÍS
    Os incêndios pioraram na última semana num ano que já é dos piores da década. O comandante nacional da Proteção Civil, Rui Esteves, fez um balanço da situação dos fogos florestais, revelando que na manhã desta quarta-feira existiam dois incêndios ativos “mais preocupantes” (Mação e Vila de Rei). Rui Esteves alertou que, a partir de quinta-feira, o aumento das temperaturas, o vento forte e a baixa humidade vão aumentar o risco de incêndio. Isto num ano de 2017 está a ser o terceiro pior dos últimos 15 anos em termos de condições meteorológicas.

    As condições vão piorar nos próximos dias. “As temperaturas vão subir, vai haver vento e humidade abaixo dos 20%, o que vai fazer com que haja um risco de incêndio elevado ou mesmo máximo”, explicou Rui Esteves. Quanto ao balanço, a semana foi difícil. O ano está a ser ainda pior. Rui Esteves explica que só na última semana, de 8 a 14 de agosto, foram registados 74 feridos (6 graves e 68 ligeiros). Neste mesmo período houve 1431 incêndios florestais, o que significa um aumento de 72% relativamente à semana anterior (de 1 a 7 de agosto).

    Se a comparação com a semana anterior não é animadora, a com o ano de 2016 também não. No ano anterior, até 16 de agosto, tinham existido 7.571 ocorrências, mas agora a contabilidade já vai nas 10.461 ocorrências. A nível de área ardida, a situação também piorou. Até esta data tinham ardido, em 2016, 115.ooo hectares, quando agora já arderam 141.000 hectares. A área ardida excede a média dos últimos dez anos (2007-2016), que se ficou pelos 44.960 hectares.

    141.000
    hectares já arderam em Portugal. No mesmo período de 2016 tinham ardido 115.000. A média dos dez anos anteriores era de 44.960 hectares.
    Um dos aspetos relevantes que justificam este volume de incêndios é o “índice de severidade” das condições climatéricas, que, garante Rui Esteves, “é o terceiro mais severo dos últimos 15 anos.” Além da severidade em termos de temperaturas, juntam-se outros fatores de risco como os ventos fortes e a seca, que é mais intensa do que em 2016.

    Embora tenha destacado que a Autoridade Nacional de Proteção Civil não é autoridade competente para responder sobre o SIRESP (Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal), mas revelou que “na semana de 8 a 16 de agosto não houve situações complexas ao nível do SIRESP“.»

    DAQUI:http://observador.pt/2017/08/16/clima-aumenta-risco-de-incendios-a-partir-de-quinta-feira/

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  7. TRAZIDO DO SITE DA TSF-17/8/2017

    INCÊNDIOS FLORESTAIS DE VERÃO: O QUE MUDA QUANDO SE DECRETA CALAMIDADE PÚBLICA?

    «LEIS
    O que implica a declaração de calamidade pública?
    17 DE AGOSTO DE 2017 - 14:57
    O estado de calamidade pública, que o Governo vai acionar, inclui um regime especial de contratação pública e legitima "o livre acesso" da Proteção Civil à propriedade privada, entre outras medidas.

    (foto)

    Foto: Álvaro Isidoro/Global Imagens
    Lusa
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    Governo vai declarar estado de calamidade pública


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    A declaração de calamidade pública está prevista na lei de bases da Proteção Civil, podendo ser declarada "face à ocorrência ou perigo de ocorrência" de acidente grave ou catástrofe, e inclui um "regime especial de contratação pública de empreitadas de obras públicas, fornecimento de bens e aquisição de serviços".

    "Mediante despacho dos Ministérios da Administração Interna e das Finanças, é publicada a lista das entidades autorizadas a proceder, pelo prazo de dois anos, ao ajuste direto dos contratos" que tenham em vista "prevenir ou acorrer, com caráter de urgência, a situações decorrentes dos acontecimentos que determinaram a declaração de situação de calamidade", lê-se no diploma.

    No mesmo artigo estabelece-se que "os contratos celebrados ao abrigo deste regime ficam dispensados do visto prévio do Tribunal de Contas".

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    Nas disposições finais da lei, o artigo 61, referente a seguros fixa: "Consideram-se nulas, não produzindo quaisquer efeitos, as cláusulas apostas em contratos de seguro visando excluir a responsabilidade das seguradoras por efeito de declaração de calamidade".

    A legislação prevê também que "é concedido o direito de preferência aos municípios nas transmissões a título oneroso, entre particulares, dos terrenos ou edifícios situados na área delimitada pela declaração de calamidade", sendo esse direito concedido por dois anos.

    A declaração de calamidade é a "condição suficiente para legitimar o livre acesso dos agentes de proteção civil à propriedade privada" e a "utilização de recursos naturais ou energéticos privados".

    A lei determina também que "a situação de calamidade implica o reconhecimento da necessidade de requisitar temporariamente bens ou serviços".

    O diploma estipula ainda que a declaração de calamidade pode estabelecer a "mobilização civil de pessoas, por períodos de tempo determinados", a "fixação, por razões de segurança dos próprios ou das operações, de limites ou condicionamentos à circulação ou permanência de pessoas, outros seres vivos ou veículos".

    Prevê-se também "a fixação de cercas sanitárias e de segurança", a "racionalização da utilização dos serviços públicos de transportes, comunicações ou abastecimento de água e energia, bem como o consumo de bens de primeira necessidade".

    A declaração de calamidade pública "é da competência do Governo e reveste a forma de resolução do Conselho de Ministros", podendo "ser precedida de despacho do primeiro-ministro e do ministro da Administração Interna".

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    1. DAQUI:http://www.tsf.pt/sociedade/interior/o-que-implica-a-declaracao-de-calamidade-publica-8711124.html

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