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domingo, 1 de setembro de 2013

(1)QUE CAMPANHA AUTÁRQUICA QUEREMOS? (que tal recordarmos todos?)

[POST FORMADO COM O TEXTO DO POST 17 DE MARÇO/13][FALTAM 29 DIAS....]


AUTÁRQUICAS/13:QUE CAMPANHA AUTÁRQUICA QUEREMOS? (que tal lermos todos, outra vez?!)

[TRAZIDO DO BLOG ASAS DA MONTANHA]

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013

Que campanha autárquica queremos?

2013 é ano de eleições autárquicas.

O poder autárquico é o que está mais perto das populações e lhes é mais acessível. Não tenho neste momento dados sobre a abstenção neste tipo de eleições, mas acredito que sejam as que menos cidadãos eleitores tenham a abster-se de votar. E compreende-se. É aos autarcas que as populações se dirigem para a resolução de múltiplos e variados problemas que têm a ver com a sua vida. E mesmo quando se precisa de ir às instâncias do poder central, é muito importante a solidariedade do poder autárquico.
Mas porque estão mais próximos, os autarcas são mais conhecidos dos eleitores. A sua acção e o seu comportamento, sendo mais visíveis, tornam-se facilmente analisáveis e deturpáveis, tanto no melhor como no pior sentido.

Então nesta campanha:

- que os vários candidatos apresentem as suas propostas com clareza, de modo que os cidadãos fiquem correctamente informados para poderem optar;

- sabendo que toda a eleição comporta também uma avaliação da obra feita, que tal avaliação seja realizada objectivamente, oferecendo os motivos de concordância ou discordância;

- que a campanha decorra dentro de uma dinâmica de esperança realista;

- que se evite a demagogia de tudo prometer a todas para não criar nas populações a decepção que acarreta sempre o afastamento dos eleitores da política e do interesse pela causa pública;

- que a campanha tenha nível e dignidade. Apresentem-se e debatam-se ideias e projectos, mas evite-se o ataque pessoal e mesquinho. "Lavar roupa suja" é para o lavadoiro, nunca para uma campanha de nível e com nível;

- que a saudável discordância política saiba respeitar o cavalheirismo entre os vários candidatos. Antes de tudo, está o ser humano e sua infinda dignidade. Há adversários, não pode haver inimigos. Pode-se discordar, mas existe o dever de ser SEMPRE cavalheiro;

- que os cidadãos estejam atentos, sejam serenos, saibam analisar a postura e as propostas dos candidatos e se decidam, não pelo interesse particular e - tantas vezes - mesquinho, mas tendo sempre em conta o bem comum. Quandos todos estiverem bem, cada um também estará.

Postado por asas da montanha à(s) 15:50

ENVIADO PRÓ TAROUCAndo POR: Profª Anónima Devidamente Identificada