[CAROS BLOGUISTAS: A MENOS DE 1 ANO DAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS AINDA ESTÃO POR DEFINIR ALGUNS ASPECTOS, NOMEADAMENTE AS EXIGÊNCIAS FEITAS AOS CHAMADOS "MOVIMENTOS DE CIDADÃOS". AQUI FICA UM TEXTO ONDE NOS FALA DISSO MESMO!ProfAnónima]
«No Parlamento, o PSD considerou que as alterações à lei autárquica são "um fato à medida de Rui Moreira. O CDS falou "em ajuste de contas" perante as "dificuldades" do PSD em encontrar candidato. O tom surpreendeu, pela dureza.

O deputado Paulo Rios do PSD criticou PS, CDS e BE de estarem a legislar "um fato à medida" do autarca do Porto, Rui Moreira. O PSD acusa o PS, CDS e BE de subserviência ao autarca
"Não aceitamos rever a lei desta forma, com candidaturas autárquicas no terreno, a meia dúzia de meses de apresentação formal de candidaturas, a toque de caixa e com fatos à medida para resolver problemas circunstanciais de reeleição de quem já foi eleito com esta mesma lei", avisou o deputado do PSD.
Paulo Rios acusou PS, CDS e BE de "subserviência e adulação" perante o email recebido, em setembro e onde Rui Moreira critica a obrigatoriedade de os candidatos independentes apresentarem com muita antecedência o nome de todos os candidatos e não apenas o cabeça de lista, o que pode implicar a anulação do processo em caso de haver necessidade de mudar algum dos elementos.
"Lei Moreira? Nós temos de chegar a isto?", questionou o social democrata.
A intervenção de Paulo Rios foi seguida com visível incómodo na bancada do CDS, de onde Nuno Magalhães. líder parlamentar, perguntou: "Quem tem medo de quê? Quem tem medo da participação dos cidadãos?".
Nuno Magalhães considerou que o debate não é "para fazer ajustes de contas e lamentar dificuldades para encontrar candidaturas para uma Câmara como a do Porto, como o PSD".
Também o PCP é contrário às alterações propostas. António Filipe considera que é criada uma situação de "discriminação positiva" para as candidaturas independentes., em relação aos partidos.
"Reconhecemos o direito à apresentação de candidaturas mas não reconhecemos nenhuma superioridade moral", defendeu o deputado comunista perante aplausos do PSD.
O PS disse "não receber lições" nesta matéria remetendo eventuais acertos para o debate na especialidade para onde baixaram, sem votação, todos os diplomas.
Durante o debate, Susana Amador defendeu que esta é uma "revisão cirúrgica" da lei eleitoral autárquica, para "simplificar o regime", nomeadamente na recolha de assinaturas e substituição de candidatos.
No debate, João Vasconcelos, do BE, defendeu que se trata de "eliminar as desigualdades e reforçar a democracia".» (IN TSF-21/10/2016)
NB:COMO SE PODE VER O PS, BE E CDS QUEREM FACILITAR AS CANDIDATURAS DE CIDADÃOS, MAS O PSD E A CDU NÃO ESTÃO MUITOS DISPOSTOS A FACILIDADES!
«No Parlamento, o PSD considerou que as alterações à lei autárquica são "um fato à medida de Rui Moreira. O CDS falou "em ajuste de contas" perante as "dificuldades" do PSD em encontrar candidato. O tom surpreendeu, pela dureza.
O deputado Paulo Rios do PSD criticou PS, CDS e BE de estarem a legislar "um fato à medida" do autarca do Porto, Rui Moreira. O PSD acusa o PS, CDS e BE de subserviência ao autarca
"Não aceitamos rever a lei desta forma, com candidaturas autárquicas no terreno, a meia dúzia de meses de apresentação formal de candidaturas, a toque de caixa e com fatos à medida para resolver problemas circunstanciais de reeleição de quem já foi eleito com esta mesma lei", avisou o deputado do PSD.
Paulo Rios acusou PS, CDS e BE de "subserviência e adulação" perante o email recebido, em setembro e onde Rui Moreira critica a obrigatoriedade de os candidatos independentes apresentarem com muita antecedência o nome de todos os candidatos e não apenas o cabeça de lista, o que pode implicar a anulação do processo em caso de haver necessidade de mudar algum dos elementos.
"Lei Moreira? Nós temos de chegar a isto?", questionou o social democrata.
A intervenção de Paulo Rios foi seguida com visível incómodo na bancada do CDS, de onde Nuno Magalhães. líder parlamentar, perguntou: "Quem tem medo de quê? Quem tem medo da participação dos cidadãos?".
Nuno Magalhães considerou que o debate não é "para fazer ajustes de contas e lamentar dificuldades para encontrar candidaturas para uma Câmara como a do Porto, como o PSD".
Também o PCP é contrário às alterações propostas. António Filipe considera que é criada uma situação de "discriminação positiva" para as candidaturas independentes., em relação aos partidos.
"Reconhecemos o direito à apresentação de candidaturas mas não reconhecemos nenhuma superioridade moral", defendeu o deputado comunista perante aplausos do PSD.
O PS disse "não receber lições" nesta matéria remetendo eventuais acertos para o debate na especialidade para onde baixaram, sem votação, todos os diplomas.
Durante o debate, Susana Amador defendeu que esta é uma "revisão cirúrgica" da lei eleitoral autárquica, para "simplificar o regime", nomeadamente na recolha de assinaturas e substituição de candidatos.
No debate, João Vasconcelos, do BE, defendeu que se trata de "eliminar as desigualdades e reforçar a democracia".» (IN TSF-21/10/2016)
NB:COMO SE PODE VER O PS, BE E CDS QUEREM FACILITAR AS CANDIDATURAS DE CIDADÃOS, MAS O PSD E A CDU NÃO ESTÃO MUITOS DISPOSTOS A FACILIDADES!