VOLTA A SER PROIBIDO AJUDAR OS QUE PRECISAM?! ÀS VEZES ATÉ PARECE QUE SIM.....
CAROS BLOGUISTAS: AQUI FICAM 2 TEXTOS MUITO DIFERENTES, MAS NO FUNDO MUITO IGUAIS, JÁ QUE EM AMBOS OS CASOS ALGUÉM SE VIU "INCOMODADO" POR QUERER AJUDAR OS NECESSITADOS.
ORA VEJA:
--TEXTO 1: O CASO DO CENTRO PAROQUIAL S. MARTINHO DAS MOITAS
«Centro Social Paroquial de S. Martinho das Moitas multado por apoiar mais pobres do que podia
O Centro Social Paroquial de S. Martinho das Moitas, em S. Pedro do Sul, foi condenado a pagar uma multa de 2.500 euros por ter prestado apoio domiciliário a mais seis pessoas do que estava autorizado pela Segurança Social e ainda por não constarem nos contratos que assinou com os utentes os seus direitos.
Esta contraordenação resulta de uma inspeção levada a cabo no início do mês de dezembro, após denúncia. A Segurança Social multou a Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) em 6.300 euros, um valor que a organização considerou elevado e que a levou a recorrer ao Tribunal de Trabalho de Viseu, que reduziu a coima para os 2.500 euros.
O presidente do Centro Social Paroquial de S. Martinho das Moitas, o padre Ricardo Correia, não é contra as inspeções que são feitas, mas considera desproporcionada a multa passada à IPSS.
O sacerdote diz que não sabia que o Centro Social Paroquial não podia ajudar mais pessoas do que o que estava acordado com Estado e que apenas se limitou a apoiar cidadãos pobres e que vivem isolados. Sobre a questão dos contratos não conterem os direitos dos beneficiários, o pastor explicou que quando a instituição celebra um acordo com os utentes entrega-lhes o seu regulamento onde constam esses mesmos direitos.»
--TEXTO 2: O MILAGRE DAS ROSAS:
«O Milagre das Rosas
D. Isabel, a mulher de D. Dinis, ocupava todo o tempo que tinha a fazer bem a quantos a rodeavam, visitando e tratando doentes e distribuindo esmolas pelos pobres.
Conta a lenda que o rei, que tinha muito mau génio apesar de ser também bondoso, se irritou por ver a rainha sempre misturada com mendigos, e proibiu-a de dar mais esmolas.
Certo dia, viu-a sair do palácio às escondidas, foi atrás dela e perguntou-lhe o que levava escondido por baixo do manto. Era pão para distribuir pelos pobres. Mas ela, aflita por ter desobedecido ao rei, disse:
- São rosas, Senhor!
- Rosas? Rosas em Janeiro? - duvidou ele - Deixai-me ver!
De olhos baixos, a rainha Santa Isabel abriu o regaço e o pão tinha-se transformado em rosas, tão lindas como jamais se viu.»
INFORMAÇÃO ADICIONAL: O Pe RESPONSÁVEL PELO CENTRO PAROQUIAL NÃO QUIS FALAR À CS PRA NÃO "EMPOLAR O CASO". RESPEITAMOS A DECISÃO, MAS ERA BOM QUE TIVESSE FALADO, PRA EVITAR QUE SITUAÇÕES DESTAS SE REPITAM!(até porque já existiram outras situações análogas...)
ORA VEJA:
--TEXTO 1: O CASO DO CENTRO PAROQUIAL S. MARTINHO DAS MOITAS
«Centro Social Paroquial de S. Martinho das Moitas multado por apoiar mais pobres do que podia
O Centro Social Paroquial de S. Martinho das Moitas, em S. Pedro do Sul, foi condenado a pagar uma multa de 2.500 euros por ter prestado apoio domiciliário a mais seis pessoas do que estava autorizado pela Segurança Social e ainda por não constarem nos contratos que assinou com os utentes os seus direitos.
Esta contraordenação resulta de uma inspeção levada a cabo no início do mês de dezembro, após denúncia. A Segurança Social multou a Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) em 6.300 euros, um valor que a organização considerou elevado e que a levou a recorrer ao Tribunal de Trabalho de Viseu, que reduziu a coima para os 2.500 euros.
O presidente do Centro Social Paroquial de S. Martinho das Moitas, o padre Ricardo Correia, não é contra as inspeções que são feitas, mas considera desproporcionada a multa passada à IPSS.
O sacerdote diz que não sabia que o Centro Social Paroquial não podia ajudar mais pessoas do que o que estava acordado com Estado e que apenas se limitou a apoiar cidadãos pobres e que vivem isolados. Sobre a questão dos contratos não conterem os direitos dos beneficiários, o pastor explicou que quando a instituição celebra um acordo com os utentes entrega-lhes o seu regulamento onde constam esses mesmos direitos.»
--TEXTO 2: O MILAGRE DAS ROSAS:
«O Milagre das Rosas
D. Isabel, a mulher de D. Dinis, ocupava todo o tempo que tinha a fazer bem a quantos a rodeavam, visitando e tratando doentes e distribuindo esmolas pelos pobres.
Conta a lenda que o rei, que tinha muito mau génio apesar de ser também bondoso, se irritou por ver a rainha sempre misturada com mendigos, e proibiu-a de dar mais esmolas.
Certo dia, viu-a sair do palácio às escondidas, foi atrás dela e perguntou-lhe o que levava escondido por baixo do manto. Era pão para distribuir pelos pobres. Mas ela, aflita por ter desobedecido ao rei, disse:
- São rosas, Senhor!
- Rosas? Rosas em Janeiro? - duvidou ele - Deixai-me ver!
De olhos baixos, a rainha Santa Isabel abriu o regaço e o pão tinha-se transformado em rosas, tão lindas como jamais se viu.»