domingo, 16 de outubro de 2016

(19)E PQ HOJE É DOMINGO RECORDEMOS 2 CASOS DIGNOS DE IREM PRÓS INSÓLITOS!

E PORQUE É DOMINGO RECORDEMOS O CASO DAS JUNTAS MÉDICAS QUE ATÉ PARECE QUE SÃO "COMANDADAS" PELA HIERAQUIA POLICIAL E DA CINEASTA PORTUGUESA QUE APANHOU 3 ANOS DE PRISÃO POR SE TER SENTIDO INJUSTIÇADA POR UM POLÍTICO E ACHADO QUE A JUSTIÇA PORTUGUESA "FECHOU OS OLHOS"!
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Caros Bloguistas!

E porque hoje é Domingos, queremos recordar duas situações divulgadas pela CS ao longo da semana (que muitos nos fizeram pensar). Vamos a elas:

1-JUNTAS MÉDICAS DAS POLÍCIAS- Uma dezena de Polícias do chamado copro de elite, foram mandados trabalhar, apesar de se sentirem doentes (alguns deles ou foram operados ou aguardam cirurgias), alegadamente porque a hieraquia Policial ordenou à respectiva junta que assim procedesse.

E ora bem, que a hieraquia Policial pretenda (co)mandar em tudo que tem debaixo do seu tecto, a Malta do TAROUCAndo ainda vai aceitando. Agoooraaa que existam Médicos (que fizeram o juramento de hipócrates), a prestarem-se a esse serviço é que MUITO nos espanta! (e assusta...)

Ao que parece os Agentes visados, fizeram queixa à Ordem dos Médicos. Esperemos pois pela decisão deste órgão que costuma ser rápido e claro nas tomadas de posição!

2-CINEASTA PORTUGUESA SENTE-SE INJUSTIÇADA (reclama) E ACABA POR APANHAR 3 ANOS DE PRISÃO: Em 2008, uma cidadã portuguesa concorreu a uma bolsa de estudo. Não a ganhou e como não concordou (saiba porquê nos comentários), meteu o responsável político em tribunal. O tribunal terá pedido as actas, mas como estas terão desaparecido, o tribunal mandou arquivar o processo (sem provas não há crime...). O que se passou a seguir ninguém sabe; a única coisa que sabemos é que no dia do S. Miguel a Polícia foi busca-la pra a meter 3 anos na prisão de Tires! Mais uma coisa a precisar de ser esclarecida, portanto!...

CONTINUAÇÃO DE BOM DOMINGO!(apesar da chuvita...)

Aquele Abraço!
ProfAnónima

NB: PRETENDEMOS CONTINUAR ATENTOS A ESTES 2 CASOS (se nos deixarem), POIS A DEMOCRACIA PORTUGUESA (MÃE DO NOVO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU), NÃO PODE METER A CABEÇA DA AREIA E FAZER DE CONTA QUE NADA ACONTECEU!

8 comentários:

  1. NOTA PRÉVIA: PELOS VISTO O TAROUCAndo TERÁ SIDO DESLOCADO...

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  2. O CASO DAS JUNTAS MÉDICAS QUE SÂO (CO)MANDADAS PELA HIERAQUIA POLICIAL


    «Junta força polícias de elite a trabalhar Sindicato avança com queixa para a Ordem dos Médicos.

    Baixas recusadas, apesar de alguns polícias estarem a recuperar de cirurgias Foto Vítor Mota Mais de uma dezena de elementos do Corpo de Intervenção da PSP que estavam de baixa foram ontem chamados a uma junta médica e dados como aptos para o serviço, apesar de alguns estarem a recuperar de cirurgias recentes ou à espera de intervenção médica, denunciou ontem o Sindicato Unificado da PSP (SUP). Um dos médicos terá dito aos agentes sob avaliação que a decisão tinha sido tomada devido a pressões por parte da Direção Nacional da PSP. "Estou a cumprir ordens de cima", terá sido a expressão usada pelo clínico. O presidente do SUP garante ao CM que vai apresentar queixa na Ordem dos Médicos. "Tendo em conta o relato dos agentes, há uma interferência clara da Direção Nacional que é preciso investigar. Por isso vamos avançar com uma queixa na Ordem dos Médicos", assegura Peixoto Rodrigues. Fonte oficial da Direção Nacional da PSP, contactada ontem pelo CM, garantiu que esta "acusação não faz qualquer sentido". "A Direção Nacional da PSP não dá ordens a médicos e não retira vantagem de ter elementos a trabalhar doentes. A ser verdade o que o médico disse, é preciso averiguar. Se há um sindicato que vai apresentar queixa, força." Em causa estão agentes da PSP com baixas prolongadas que foram notificados para se apresentarem ontem perante uma junta médica. Pelo menos um destes elementos, segundo adianta Peixoto Rodrigues ao CM, tem um problema grave de coluna – "um disco esmagado – e será obrigado a apresentar-se ao serviço já durante os próximos dias» (IN CM-11/10/2016)

    Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/junta-forca-policias-de-elite-a-trabalhar

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    1. ERRATA AO TÍTULO: ONDE SE LÊ "O CASO DAS JUNTAS MÉDICAS QUE SÂO (CO)MANDADAS PELA HIERAQUIA POLICIAL" DEVERÁ LER-SE:""O CASO DAS JUNTAS MÉDICAS QUE ATÉ PARECE QUE SÂO (CO)MANDADAS PELA HIERAQUIA POLICIAL"

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  3. NOTÍCIA SOBRE A CINEASTA PRESA POR TER RECLAMADO DE UMA ALEGADA INJUSTIÇA

    «Mulher presa por chamar criminosos a polícias e juízes Maria de Lurdes está na cadeia por caso de 1996.

    Uma investigadora, de 50 anos, está detida na cadeia de Tires a cumprir três anos de prisão por injúria e difamação a vários juízes, procuradores e polícias, entre eles o ex-PGR Pinto Monteiro, a procuradora Maria José Morgado e o diretor da PJ Almeida Rodrigues. Maria de Lurdes Rodrigues foi condenada em 2000 e a sentença transitou em julgado em 2012, após uma batalha judicial que incluiu tentativas de internamento psiquiátrico. Esteve contumaz e está presa em Tires desde 29 de setembro. O caso está a gerar uma onda de indignação nas redes sociais, onde amigos da investigadora exigem a sua libertação imediata. O processo teve início em 1996, quando contestou a perda de uma bolsa de estudo em Cinema - na altura era Manuel Maria Carrilho ministro da Cultura. Quando o Supremo Tribunal Administrativo não lhe deu razão, acusou um juiz de corrupção. Pinto Monteiro, Maria José Morgado e Almeida Rodrigues foram acusados pela mulher de "darem cobertura a crimes" de quem a despejou de casa em 2008, apelidando-os de "gang de criminosos que roubam e pilham".» (IN CM-8/10/2016)

    Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/mulher-presa-por-chamar-criminosos-a-policias-e-juizes

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  4. NOTÍCIA SOBRE A CINEASTA PRESA POR TER RECLAMADO DE UMA ALEGADA INJUSTIÇA

    «Maria de Lurdes, presa por três anos por difamar o Estado e a Justiça

    Maria de Lurdes Rodrigues está presa no Estabelecimento Prisional de Tires há mais de duas semanas. Foi condenada pelos crimes de difamação e injúrias. Mas não se conforma, assim como não se conformam os amigos e ativistas, que criaram um movimento pela sua libertação. O grupo reúne-se este domingo, em Lisboa.

    O caso remonta a há mais de 20 anos. Depois de concluir um curso na área do Cinema na República Checa, Maria de Lurdes Rodrigues concorreu a uma bolsa do Ministério da Cultura português que lhe permitisse prosseguir os estudos na Holanda. Ficou em segundo lugar.

    O caso poderia ter ficado por aqui, não fosse o facto de o estudante premiado ter desistido da bolsa, por ter ganho outra, na Fundação Calouste Gulbenkian. Maria de Lurdes assumiu, à partida, que, tendo desistido o vencedor, a bolsa seria atribuída à segunda candidata com melhor pontuação. No caso, a si. Enganou-se.

    Enganou-se, porque o Ministério da Cultura não pensou da mesma forma. Mas não se conformou. “Desassossegada por natureza”, como a descreve o amigo Luís Júdice, moveu uma ação no Supremo Tribunal Administrativo contra o Ministério da Cultura e o então ministro Manuel Maria Carrilho. Suspeitava de falseamento no processo de atribuição de bolsas através da supressão de atas de decisão.

    A decisão parece ter dado razão à queixosa. O juiz determinou que o gabinete do ministro da Cultura devia entregar os pareceres ao tribunal, mas estes nunca terão sido entregues. O processo foi, então, arquivado e começou uma sucessão de queixas movidas por Maria de Lurdes contra os juízes, a quem acusou de ser “coniventes” com o “roubo de atas”. (cont.)

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  5. (continuação do texto anterior)

    [A cineasta agora detida] Chamou "gangues" àqueles contra quem se insurgiu

    Ao longo dos anos que se seguiram, Maria de Lurdes apresentou queixas contra governantes, juízes, magistrados, polícias. Entre eles constavam Manuel Maria Carrilho, à data ministro da Cultura, Pinto Monteiro, procurador-geral da República, Almeida Rodrigues, diretor da Polícia Judiciária, e Maria José Morgado, diretora do DIAP. Àqueles contra quem se insurgiu, Maria de Lurdes acusava de constituírem “gangues, organizações criminosas, sem leis, valores e princípios, que roubam e pilham e dão cobertura a pilhagens”.

    Os processos que, como resposta, foram movidos contra si ditaram que, em dezembro de 2008, fosse condenada a três anos de prisão com pena suspensa, na condição de se submeter a consultas de psiquiatria, ainda que Maria de Lurdes tivesse um comprovativo médico a atestar que não existia qualquer quadro clínico.

    Na versão daqueles que a defendem – devemos realçar que este artigo é escrito com base na versão dos factos de Maria de Lurdes, uma vez que nem o advogado da mesma teve ainda acesso ao processo –, difamação e injúrias são os crimes que lhe foram imputados.

    Por considerar não sofrer de quaisquer problemas do foro psiquiátrico, a mulher, agora com 47 anos, recusou-se a receber tratamento, o que levou a que, em dezembro de 2012, a pena suspensa se tornasse efetiva. Nessa altura, foi emitido um mandado de busca sobre Maria de Lurdes Rodrigues.

    Passaram, até à data em que foi intercetada pelas autoridades, três anos e 10 meses. Foi numa atuação no prédio onde Maria de Lurdes residia que a PSP percebeu que estava a ser ‘procurada’ pela justiça, apesar de nunca se ter escondido. Chegou a participar em manifestações e tinha um perfil no Facebook onde identificava os sítios onde ia.

    A 29 de setembro, foi presa. Está, desde então, no Estabelecimento Prisional de Tires, onde nunca foi submetida a uma avaliação psiquiátrica.

    Entretanto, foi contratada como professora... pelo Estado

    Esse é, na perspetiva do advogado que a representa, um dos factos mais curiosos. Reforçando que não conhece ainda o processo – ainda não lhe foi dado acesso –, Manuel Fernandes disse ao Notícias ao Minuto não perceber como é que a sua cliente não foi sujeita a uma avaliação psiquiátrica quando foi a falta de comparência nas consultas a ditar a sua detenção. Estranha, além disso, que a mulher que representa tenha sido, entretanto, contratada pelo Estado como professora, aceitando um atestado de robustez que contraria a decisão judicial.

    Sobre o facto de a pena que lhe foi atribuída ser inédita, já que não há memória de uma sentença tão gravosa para o mesmo tipo de crimes, o causídico não se alonga ou é alarmista.

    “Não me choca. Tenho de conhecer o processo para perceber quem atingiu e que tipo de expressões usou. A liberdade de expressão não dá o direito de imputar o que quer que seja aos outros e de lançar suspeitas. Não acredito que nenhum juiz aplique uma pena destas de forma leviana”, justificou.

    Menos compreensivos parecem ser, contudo, os populares que se uniram a um movimento criado pela sua libertação. Amigos e ativistas que a conheceram ao longo da vida criaram um grupo no Facebook pela ‘Liberdade para a Maria de Lurdes’ e criaram uma petição que conta já com cerca de cinco mil assinaturas.

    Este domingo, os elementos do grupo reunir-se-ão na sede da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), em Lisboa, pelas 15h30.

    Ao Notícias ao Minuto, Luís Júdice, um dos organizadores, contou que vão ser debatidas as linhas a seguir e as ações sociais a planear. Sobre o estado de espírito de Maria de Lurdes, que visita frequentemente na prisão, adianta: “Ela está bem. É uma pessoa extremamente resiliente e combativa. Não se deixou abater”.» (In Notícias ao MInuto-16/10/2016)

    DAQUI:https://www.noticiasaominuto.com/pais/670541/maria-de-lurdes-presa-por-tres-anos-por-difamar-o-estado-e-a-justica?&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer&utm_content=geral

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  6. A PROPÓSITO DO CASO DA PRISÃO DA CINEASTA, AQUI DEIXO 2 COMENTÁRIOS TRAZIDOS DO NOTÍCIAS AO MINUTO

    1-«Manuel Cunha Pinto · Reformado na empresa Ex-jornalista da RTP

    Naturalmente que todo este processo levanta muitas dúvidas. Dá a ideia de que Maria de Lurdes seguiria o seu caminho com normalidade se lhe tivesse sido atribuida a bolsa. Tudo se desencadeou a partir daí. Porquê? Porque lhe foi negado essa possibilidade normal e legal? E é aqui que reside o desiderato. Maria de Lurdes reagiu, naturalmente. Foi longe demais nos advérbios. Mas também não é menos verdade que se justificariam dado o enredo em que se viu envolvida. Por que razão todas aquelas individualidades visadas não reagiram aos pedido e reclamações de Maria de Lurdes? Foi presa ilegalmente.Daí que eu esteja inteiramente ao lado daqueles que a defendem. Haja respeito pela vida humana e pela sua honra. Gosto· 15 · 11 h»
    +++
    2-«Domingos Gonçalves Dias · Trabalha na empresa Reformou-se
    Em democracia, não há intocáveis e, dada a falta de clareza e de lógica desta decisão, a prisão desta senhora revela-se um caso muito preocupante para ALGUNS cidadãos deste País. Espero que, pelo menos, se repita o julgamento e que os documentos desaparecidos do gabinete do então ministro sejam considerados uma significativa atenuante a favor da queixosa. Por vezes, a justiça, aos olhos dos cidadãos, revela-se FORTE com os fracos e FRACA com os poderosos. Ainda há dias noticiavam os jornais que um homem foi para a prisão por roubar 14€. Tudo bem! Mas eu pergunto: QUE ACONTECEU ÀQUELES QUE QUE TÊM DADO PREJUÍZO DE MILHÔES AO PAÍS E A TODOS NÓS?! Gosto. 8 h»

    (não sei se estes nomes são verdadeiros ou pseudónimos)

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    1. Neste momento existem muitos outros comentários nesta notícia. 99% deles vão no sentido de "reprovar" o comportamento da justiça, mas também lá está um que diz: "sentenças judiciais são pra ser cumpridas, não discutidas".

      Entretanto surgiu um outro dado que está a indignar os internautas, pois ao que parece terão colocado a pobre coitada numa cela com 2 criminosas de sangue, Será verdade?!

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