segunda-feira, 16 de junho de 2014

(53)DESPEDIMENTOS:TAROUCAndo MANIFESTA A SUA SOLIDARIEDADE!

[CAROS BLOGUISTAS: E COMO SEMPRE DISSEMOS "um bloguista não é um jornalistas".CONTUDO, UM BLOG COMO O TAROUCAndo, PRECISA E MUITO DOS JORNALISTAS. ASSIM, AQUI FICA ESTE TEXTO, COMO ACTO DE SOLIDARIEDADE PRA COM OS 160 JORNALISTAS/PORTUGUESES/CHEFES DE FAMILIA DESPEDIDOS!:)] Dona do DN, JN, O Jogo e TSF vai despedir 160 trabalhadores MARIA LOPES 11/06/2014 - 12:20 Controlinveste justifica despedimento colectivo e rescisões amigáveis com os maus resultados financeiros do grupo. PEDRO VALENTE/ARQUIVO [Jornalistas protestam quinta-feira contra despedimentos na Controlinveste] A Controlinveste Conteúdos, a holding de media, dona de títulos como Diário de Notícias, Jornal de Notícias, O Jogo, Diário de Notícias da Madeira e ainda da rádio TSF, vai fazer um despedimento colectivo que abrangerá 140 trabalhadores e rescisões amigáveis com mais 20. O anúncio aos trabalhadores começou a ser feito na manhã desta quarta-feira, de forma faseada. Ao início da manhã, as direcções dos vários órgãos de comunicação social que o grupo detém comunicaram às chefias intermédias, nomeadamente aos editores, o processo de despedimento e identificaram os trabalhadores abrangidos. O impacto desta redução é maior no DN, JN, Global Imagens (que integra os fotógrafos, tratamento de imagem e arquivo fotográfico do grupo) e TSF. Dos 160 trabalhadores dispensados, 64 são jornalistas. Uma concentração de solidariedade e apoio pelos profissionais abrangidos pelo despedimento foi organizada por um grupo de jornalistas, para as 13h de quinta-feira, à porta do edifício do Diário de Notícias, em Lisboa. A Controlinveste Conteúdos integra actualmente seis jornais, seis suplementos, duas revistas, uma rádio, a rede de canais SportTV, uma agência de comunicação, duas empresas de direitos televisivos, duas distribuidoras de imprensa, duas gráficas e uma agência de viagens. O PÚBLICO apurou que pelo menos no Diário de Notícias a comunicação a cada trabalhador está a ser feita pelo director do jornal, João Marcelino, que não foi possível ainda contactar, apesar da tentativa. A empresa não tem comissão de trabalhadores. A estratégia associada ao despedimento passará também pelo encerramento de alguns projectos e/ou de delegações. O Sindicato dos Jornalistas reuniu-se esta manhã com a administração – o encontro estava marcado há algum tempo, para falar sobre a nova composição da equipa de gestão – e comunicou-lhe que espera que possa estar “aberta ao diálogo” para serem encontradas alternativas para a redução de custos, contou ao PÚBLICO o presidente do sindicato. Os trabalhadores receberão as cartas de comunicação do despedimento durante esta semana e pela lei seguem-se 15 dias de negociação entre trabalhadores, sindicatos e administração, com o acompanhamento do Ministério do Trabalho. Alfredo Maia classifica o número de trabalhadores dispensados “assustador” do ponto de vista da já reduzida capacidade actual das redacções destas publicações, lembrando que têm sido “alvo de sucessivas levas de rescisões”. Por isso, acrescenta, “não será possível desenvolver o esforço que é naturalmente exigível para assegurar em quantidade e em qualidade o serviço que é preciso prestar”. A previsão de que sejam reduzidas ao mínimo as delegações do DN no Porto e a do JN em Lisboa, assim como a possibilidade de estarem incluídos trabalhadores correspondentes “compromete a presença no território”, fazendo com que “o país real deixe de aparecer nos media”, avisa Alfredo Maia, lembrando que a agência noticiosa Lusa tem seguido a mesma opção nos últimos meses. Processo “doloroso”, avisa a administração A Controlinveste Conteúdos justifica o despedimento colectivo e as rescisões amigáveis com os maus resultados financeiros do sector em Portugal e na Europa e especificamente do grupo. No comunicado que enviou aos trabalhadores na manhã desta quarta-feira, a administração diz que no âmbito do plano de cortes de custos com efeitos imediatos que iniciou foram identificadas rubricas que permitirão uma poupança de 5,5 milhões de euros por ano. A equipa liderada desde Dezembro pelo advogado Daniel Proença de Carvalho justifica os cortes nos quadros de pessoal com a crise no sector dos media, que levou a uma redução constante da facturação na publicidade e nas vendas dos títulos. Afirma que nos últimos três anos foi feito um esforço para melhorar o desempenho económico e financeiro da empresa; porém, esta continua a ter “consideráveis” resultados negativos antes de impostos. “A continuação desta performance negativa colocaria em causa a viabilidade da nossa empresa”, avisa a administração. Por isso, diz que precisa de tomar medidas urgentes e indispensáveis para a sobrevivência do grupo e a sustentabilidade do negócio e para não afectar negativamente a diversidade e pluralidade do universo dos media portugueses. Admitindo que, “infelizmente, este processo não é possível de realizar sem dor”, a empresa afirma que as equipas terão de ser adequadas às “novas realidades do mercado”. (TRAZIDO DO JORNAL PÚBLICO/ENVIADO POR:PA/DI)

7 comentários:

  1. UMA INFORMAÇÃO ADICIONAL.DESPEDIMENTOS DE JORNALISTAS

    Como referimos no cabeçalho, apenas publicamos este texto por uma questão de SOLIDARIEDADE, já que, como dissemos, o TAROUCANdo não sobrevive sem o trabalho deles.

    Quanto aos critérios NADA dizemos pois NADA os conhecemos!(mas não é do conhecimento público que tenha havido despedimentos dos "não compraveis", o que é bom.)

    Quanto ao número, parece-nos elevado, apenas e só por serem MUITAS pessoas/chefes de familias a irem pró desemprego; já que quanto a sua utilidade e/ou necessidades economicas invocadas pela empresa, NADA sabemos.

    E pra terminar, volta a confirmar-se o ditado: um jornalista nasceu pra fazer notícias; quando "bira" notícia é pq algo aconteceu de muito mal!

    Espero que tudo se venha a resolver pelo melhor!

    UM ABRAÇO SOLIDÁRIO

    A MODERADORA PRINCIPAL:ProfAnónima

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    1. ERRATA:

      -ONDE SE LÊ «Quanto aos critérios NADA dizemos pois NADA os conhecemos!» DEVERÁ LER-SE:«Quanto aos critérios NADA dizemos pois NÃO os conhecemos!»

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  2. ERRATA:ONDE SE LÊ "ACTO DE SOLIDARIEDADE" DEVERÁ LER-SE "GESTO SOLIDÁRIO"

    ProfAnónima

    NB:O MOTIVO DO TEXTO APARECER TODO "MAÇADO" DEVE-SE AO UM DOS NOVOS PROBLEMAS INFORMÁTICOS!(ver post 3)

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  3. Só há solidariedade com os despedidos da controlinveste?? Já sabem quantos trabalhadores da câmara de cá vão para o olho da rua no próximo mês???? E dizem que a seguir é na câmara de lamego!!

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    1. Sobre despedimentos na Câmara de Tarouca ainda não se ouviu nada, muito pelo contrário.

      Quanto à Câmara de Lamego, é natural que tal aconteça pois aderiu a um empréstimo com vista a proceder ao saneamento financeiro, e assim sendo terá que despedir 10% dos funcionários.

      Assina: Não Assino

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    2. Bom, agora começo a perceber a razão de ser do comentário das 10:15h do dia 24/6: Mas até ao Sábado passado nADA se sabia sobre os ditos despedimentos (temporários?) nesta cãmara.

      Agora, já se vai sabendo mais alguma coisa tal como está escrito no Post 94!

      Assina: Assunção Monteiro

      NB:VAMOS ACREDITAR QUE SÃO MESMO DESPEDIMENTOS TEMPORÁRIOS!:)

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  4. [TRAZIDO DO FB:CONTA DO JN (2/7)]

    TRABALHO/SOLIDARIEDADE: OS DESPEDIMENTOS NA CONTROLINVESTE!(vigilia solidária)

    «Sindicatos convocam vigília contra despedimentos na Controlinveste
    Publicado ontem

    Várias organizações representativas dos jornalistas e trabalhadores do grupo Controlinveste convocaram uma vigília para dia 7 de julho, às 18.30 horas, em Lisboa e Porto, em protesto contra o anunciado despedimento coletivo de 140 profissionais.

    As concentrações estão marcadas para junto dos edifícios do Diário de Notícias, em Lisboa, e Jornal de Notícias, no Porto.

    A Controlinveste anunciou a intenção de fazer um despedimento coletivo de 140 trabalhadores, dos quais 64 jornalistas, dos meios Jornal de Notícias, Diário de Notícias, O Jogo, TSF, Global Imagens e Notícias Magazine.

    Em comunicado, aquelas organizações apelam à participação na vigília de jornalistas, trabalhadores do sector da comunicação social, associações culturais e cívicas, movimento sindical, movimentos e organizações sociais, intelectuais e cidadãos em geral.

    Os promotores adiantaram que com esta iniciativa visam manifestar-se contra o despedimento "brutal", o "enfraquecimento" daqueles meios, o "ataque ao pluralismo informativo" e o "violento ataque à Democracia".»

    (ENVIADO POR:A.M.)

    (LEVADO PRÓ POST Nº 53 DE JUNHO E PRÓS DIVERSOS DE JULHO/14)

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